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domingo, 23 de dezembro de 2012

As 10 músicas mais grudentas de 2012


Top 10: As músicas mais grudentas de 2012
Hitmakers do ano: Roberto Carlos, Psy, Gusttavo Lima e você

Atenção: este não é um ranking das melhores músicas de 2012. Tampouco se trata de uma lista de piores canções – de sucessos terríveis que nos infernizaram. Não. Estamos falando sobre algo bem diferente disso tudo. A equipe do Pop! Pop! Pop! se mobilizou para eleger os 10 hits mais grudentos, mais executados, mais memoráveis, mais duros-de-matar de 2012 – faixas que contêm aquele tipo de refrão pop pegajoso que, de tanto tocar nas rádios, em novelas e na web, hoje podem até provocar certa irritação, certa fadiga no pobre ouvinte.

Pois bem: seja na trilha sonora de Avenida Brasil (a maior usina de fenômenos musicais brasileiros em 2012) ou em cliques no YouTube, essas 10 musiquinhas nos pegaram de jeito e não nos abandonaram. Eis a dúvida: será que, num belo e tranquilo dia, elas nos deixarão finalmente em paz?

É claro que, em matéria de pop, são muitas as opções para quem pretende organizar listas com esse perfil. Esquecemos aquela música que te perseguiu intensamente, caro leitor? Refresque nossa memória na caixa de comentários. O nosso top 10 foi organizado por grau de, digamos, efeito-chiclete. Simples assim. Acompanhe abaixo a nossa jornada corajosa, dolorosa rumo aos hits inesquecíveis (para o bem e para o mal) de 2012 – e, se você for forte, clique no nome da música para ouvi-la mais uma vez.



10. Camaro Amarelo – Munhoz & Mariano

Dinheiro, mulheres, carrões e… caramelo. Eis a fórmula desta canção de sertanejo universitário (prepare-se, o estilo ainda vai aparecer algumas vezes nesta lista) sobre um sujeito não muito popular que, ao botar a mão numa senhora herança, fica “doce igual caramelo”. Com a coreografia sensual, acredite, faz mais sentido. Cante o refrão: Agora eu fique doce igual caramelo/ Tô tirando onda de Camaro Amarelo.



9. Set Fire to the Rain – Adele

Depois de ter cantado um dos hits incontornáveis de 2011 (a balada Someone Like You, cujo refrão você já deve estar cantarolando enquanto lê estas linhas), Adele seguiu com firmeza na missão de virar uma daquelas musas que estão em todos os lugares ao mesmo tempo. Tema romântico do casal Jorginho e Nina em Avenida Brasil, embalou madrugadas e jantares românticos. Ah, o amor… Cante o refrão: But I set fire to the rain/ Watched it pour as I touched your face/ Well, it burned while I cried/ ‘Cause I heard it screaming out your name, your name!



8. Balada – Gusttavo Lima

Culpem o Big Brother Brasil. Um dos hinos da edição 2013 do reality show mostrou ao Brasil o bê-a-bá do sertanejo universitário. Ou, no caso, o tchê-tchê-rê-rê do pop nacional. Com uma coreografia um tanto complicada (ao menos para os bróderes e sisters, que treinavam a dancinha horas a fio), o hit funcionou como uma excelente campanha de marketing para o ídolo das baladas country. Depois de ouvir o refrão pela vigésima vez, ficava facílimo identificar o nome do cantor. Gusttavo Lima, claro. E você. Cante o refrão: Tchê-tchê-rê-rê-tchê-tchê-tchê-rê-rê-tchê-tchê-tchê-tchê-tchê/ Gusttavo Lima e você



7. Assim Você Mata o Papai – Sorriso Maroto

Os homicídios metafóricos dominaram o pop brasileiro em 2012. Depois de Assim Você Me Mata, o sucesso internacional de Michel Teló (que começou a fazer sucesso ainda em 2011), os pagodeiros do Sorriso Maroto aproveitaram a deixa – e o sucesso da novela Avenida Brasil – para escrever uma declaração de amor a uma musa que “tá cheirosa demais”. Hmm. Ok. O importante foi que a música combinou com o malandro Leleco, interpretado por Marcos Caruso. Cante o refrão: Ai, ai, ai, ai, ai, ai, assim você mata o papai, ai, ai, ai, ai/ Você tá cheirosa demais



6. What Makes You Beautiful – One Direction


A boy band inglesa é muito querida no Brasil, tem um punhado de músicas com potencial para as rádios, mas, cá pra nós, eles entraram nesta lista por um fator que pouco têm a ver com o talento dos meninos para cantar/dançar/dar entrevistas/posar para fotos. A música “viralizou” graças a Nissim Ourfali, o menino paulistano que criou uma versão em português da faixa para usar em seu Bar Mitzvah. E a tradução, acreditem, ficou bem mais divertida que o original. Cante o refrão: Baby you light up my world like nobody else/ The way that you flip your hair gets me overwhelmed/ But when you smile at the ground it ain’t hard to tell/ You don’t know oh oh/ You don’t know you’re beautiful



5. Vem Dançar com Tudo – Robson Moura e Lino Krizz

Mania de 2012, a novela Avenida Brasil fez um bem incrível à nossa já capenga indústria fonográfica: emplacou uma quantidade impressionante de hits. Alguns ficaram fora da nossa lista, mas o ‘conjunto da obra’ pode ser representado pelo “oi oi oi” que embalava o tema de abertura, uma versão em português para um hit internacional. O kuduro quebrou barreiras e fez sucesso em todo canto: da festa junina à balada de playboy, só nos deu algum descanso quando a novela deu “tchau tchau tchau”. Cante o refrão: Oi, oi, oi/ Oi, oi, oi, oi/ Seja morena ou loira/ Vem balançar com tudo



4. Esse Cara Sou Eu – Roberto Carlos

Robertão, quem diria, escreveu um hit em 2012. Mas… Precisava ter escrito um daqueles hits onipresentes, incontroláveis? Na novela Salve Jorge, a música está sempre lá: seja na versão completa ou na instrumental. E está certo: todas as espectadoras do folhetim de Glória Perez querem a companhia desse tal cara que faz mil e uma promessas encantadoras nos versos da música. E, quando ele diz que vai pensar em você toda hora, soa como uma espécie de maldição para quem já ouviu esse verso milhares de vezes. Cante o refrão: Esse cara sou eu/ Esse cara sou eu



3. Gangnam Style – Psy

Vocês viram o clipe (o mais clicado da história do YouTube), as paródias, os GIFs, os remixes, a versão do Latino, a tradução em russo, o dueto com a Madonna e com MC Hammer e… Ufa. Com uma das coreografias mais amalucadas do ano, a revelação sul-coreana fez o mundo pop galopar como se não houvesse amanhã. E fez muita gente torcer pelo fim do mundo – dessa forma, ao menos nos livraremos dessa dancinha. Cante o refrão: Ooopa Gangnam Style!



2. Eu Quero Tchu, Eu Quero Tcha – João Lucas e Marcelo

Até a Carminha, saudosa vilã interpretada por Adriana Esteves em Avenida Brasil, usou o refrão da música como ringtone de celular. Ninguém conseguiu escapar deste híbrido estranho de sertanejo universitário com funk carioca. Nos campos, Neymar ensinou a coreografia e botou a torcida para rebolar. Ao lado do ‘tchê-tchê-rê-rê’ de Gusttavo Lima, o hit confirmou a tendência altamente poética e rebuscada (só que muito ao contrário) do pop brasileiro em 2012. Cante o refrão: Eu quero tchu, eu quero tcha/ Eu quero tchu-tcha-tcha-tchu-tcha-tcha



1. Call Me Maybe – Carly Rae Jepsen

Depois de muita discussão, arranhões e puxões de cabelo, a equipe do Pop! Pop! Pop! chegou à conclusão de que, em matéria de refrão inesquecível, Call Me Maybe deu uma aula em 2012. A música de Carly Rae Jepsen tem uma letra não muito rebuscada (em resumo: menina conhece menino, menina dá o número de telefone para menino) e batidas dançantes em nada muito diferentes do feijão-com-arroz das pistas. Qual é a fórmula, então? Vá entender. Difícil mesmo é explicar por que ainda estamos tentando tirar Call Me Maybe da cabeça… Cante o refrão: Hey, I just met you/ And this is craaazy/ But here’s my number/ So call me maybe

E mais uma vez: Ficou faltando algum hit na nossa lista? Envie um comentário e dê sua opinião.

sábado, 17 de novembro de 2012

Top 10 canções do ABBA. Melhor do ABBA


Passados 30 anos após a sua última apresentação pública como um grupo, o sueco ABBA permanece como padrão-ouro para o mundo da música pop. Eles venderam mais de 375 milhões de discos em todo o mundo. Esta é uma lista altamente destilada de 10 do seu melhor para levar alguém a começar a pegar gosto pela riqueza da música do ABBA.


1. "Dancing Queen" - 1976

Desde o teclado de abertura, "Dancing Queen" é pura elegância pop. Estreou em 1976 na TV sueca em uma festa de gala ao vivo em honra ao próximo casamento do Rei Carl XVI Gustaf da Suécia e Silvia Sommerlath . A canção foi número 1 ao redor do mundo, incluindo tanto os EUA e Reino Unido. Uma das inspirações para escrever e gravar a música era discoteca George McCrae de smash "Rock Your Baby".
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2 "Take a Chance On Me" - 1978

"Take a Chance On Me" é instantaneamente memorável para a "ter uma chance, dê uma chance, dar uma chance chance" backing vocals rítmicos. A canção foi uma das mais bem-sucedidas desembarcadas nas paradas pop do grupo no número  1 por três semanas no Reino Unido e alcançando o top 3 nos EUA. O Erasure grupo trouxe "Take a Chance On Me" de volta para o número  1 em 1992 no Reino Unido com sua versão cover.
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 3 "Knowing Me Knowing You" - 1977

Este é talvez o mais elegante de canções do ABBA rompimento. Na verdade, foi gravada antes problemas de relacionamento entre os membros se tornaram públicas. A canção é preenchido com a tristeza de uma casa vazia, não há mais riso, e dias ruins. "Knowing Me Knowing You" foi um pop top 20 bateu em os EUA e um N º 1 sucesso no Reino Unido.
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4 "SOS" - 1975

"SOS" é uma das canções do ABBA, que tem sido muito elogiado pelos colegas. Em particular, John Lennon e Pete Townshend declarou publicamente o seu apreço pela música. Há um som sinistro no ritmo e estrutura de acordes que levou mais sofisticação no som de hits pop ABBA. "SOS" alcançou o top 10 no Reino Unido e no top 20 em os EUA.
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5. "Lay All Your Love On Me" - 1981

Esta canção não foi concebido para ser lançada como single em tudo. No entanto, uma versão remixada de "Deixe todo seu amor em mim" subiu nas paradas de dança americanas, resultando em um single de 12 polegadas comercial. A canção desembarcou em # 1 na parada de dança dos EUA e alcançou o top 10 no Reino Unido, tornando-se a maior venda de 12 polegadas único há até à data. O som descendente dos vocais no final de cada verso juntamente com um coro de hinos como fazer "Deixe todo seu amor em mim" o mais memorável de canções do ABBA não para ser lançado como um único padrão.
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6. "Waterloo" - 1974

"Waterloo" do ABBA trouxe sua fama primeiro em todo o mundo quando venceu o Festival Eurovisão da Canção 1974 para a Suécia. Foi uma das primeiras músicas pop otimista para vencer o concurso. "Waterloo" tiro direto para o topo da parada de singles pop do Reino Unido e também se tornou a primeira do grupo 10 top hit em os EUA.
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7. "Fernando" - 1976

"Fernando" foi originalmente escrita e gravada em sueco por Anni-Frid Lyngstad, membro do Abba, como um esforço individual. Devido ao sucesso da versão Sueca, o grupo decidiu gravá-la em Inglês como um registro ABBA. A sensação nostálgica de "Fernando" ajudou a música a se tornar um dos maiores sucessos do ABBA. Ele ficou incríveis 14 semanas em primeiro lugar na Austrália permanecendo um dos maiores hits pop de todos os tempos lá. "Fernando" atingiu o número 1 no Reino Unido e subiu para o número 13 nos EUA.
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8. "Does Your Mother Know" - 1979

ABBA criou uma abordagem disco de rock por "Does Your Mother Know". Diferentemente da maioria dos clássicos do ABBA, o vocal principal é tomado por Bjorn Ulvaeus, em vez de as mulheres do grupo. Talvez por causa do desvio da canção do ABBA clássico, "Does Your Mother Know" só alcançou o 4 º no Reino Unido, em vez de no topo da parada de singles pop. Ele também foi um sucesso top 20 em os EUA.
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9. "The Winner Takes It All" - 1980

Embora muitos fãs acreditam que "The Winner Takes It All", em sua descrição do amargo fim de um relacionamento, foi escrita para refletir o divórcio de membros Bjorn Ulvaeus e Agnetha Faltskog, Ulvaeus se diz que a canção é ficção e só retrata a experiência de divórcio. A canção tem um sentimento quase esmagador de tristeza e dor. "The Winner Takes It All" foi um hit  número1 no Reino Unido e um dos quatro top 10 hits para o grupo nos EUA.
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10. "Mamma Mia" - 1975

Muitos consideram "Mamma Mia", a canção que "salvou" ABBA. Após o sucesso da Eurovisão de "Waterloo", muitos acharam que o grupo seria uma maravilha de um sucesso só. No entanto, em 1975 o single "SOS" atingiu o top 10 e em seguida, ele foi seguido por "Mamma Mia", que tornou-se o segundo grupo número 1 do ABBA. Hoje ele é mais conhecido como a canção título para o sucesso fenomenal do musical Mamma Mia baseado em canções do ABBA.
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TOP 10 DANÇANTES- ABBA - YouTube



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domingo, 13 de maio de 2012

Top 10 músicas mais ouvidas no Facebook

Top 10 músicas mais ouvidas no Facebook
Canções mais ouvidas:

1 - We Found Love - Rihanna and Calvin Harris

2 - Last Friday Night (T.G.I.F.) - Katy Perry

3 - Sexy And I Know It - LMFAO

4 - Titanium - David Guetta and Sia

5 - First of the Year - Skrillex

6 - Scary Monsters and Nice Sprites - Skrillex

7 - Without You - David Guetta and Usher

8 - Stereo Hearts - Gym Class Heroes featuring Adam Levine

9 - Pumped Up Kicks - Foster the People

10 - Someone Like You - Adele

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Dolorosas. Top 10 do sofrimento feminino



A minha dor não é a dor dela, como na música de DJ Dolores & Orchestra Santa Massa. É outra voz, outra parada.

Meu mundo caiu, simbora. Depois de listas e mais listas da cornitude jurubeba, um top 10 do tal derramento das fêmeas. Na voz delas próprias.

De Dolores Duran a  Amy Winehouse, a dor que deveras sente na goela e no coração das divas.

Este blog encomendou a lista a  Denyze Moreira, La Lady Dee, cuja vitrola é um primor no assunto. Jornalista, blogueira e proprietária de uma das bocas mais bonitas da miscigenação dos trópicos, a moça mandou seu top 10 no capricho.

“Pra quem se acha muito sofrido por ter sido/ser corno, saiba que não é nem uma bolha num calcanhar descalço num dia de verão na Faria Lima se comparado ao sofrimento do “atropelamento e fuga” (causado pelos homens) que vitimam as mulheres”, confessa ela, machucando com jeitinho.


Às canções de amor dilacerado, aí com seus devidos links para a radiola do youtube.


1 – Maysa – Ouça – “Ouça, vá viver sua vida com outro bem / pois eu já cansei de pra você não ser ninguém…”

2 – Dalva de Oliveira – Pela Décima Vez – “Jurei não mais amar pela décima vez / jurei não perdoar o que ele me fez, mas o costume é a força que fala mais alto do que a natureza…”

3 – Gal Costa – Folhetim – “Mas na manhã seguinte, não conte até vinte, te afastas de mim / pois já não vales nada, és página virada, descartada do meu folhetim…”  O vídeo do link é imperdível: aquele da novela “Dancyn Days”.

4 – Elis Regina – Noves Fora – “A tua falta somada / A minha vida tão diminuída
Com esta dor multiplicada / Pelo fator despedida…”

5 – Elza Soares – Lá vem você – “Quando você se foi / Deixou uma lacuna no meu peito / E hoje eu quero ter esse direito / De escolher o que é melhor pra mim…”

6 – Diana – Por que brigamos  “Ó meu amado porque brigamos / Não posso mais viver assim sempre chorando…”

7 – Dolores Duran – Canção da Tristeza – “Que eu nunca mais escute /O som da tua voz / Que eu não te veja mais, jamais…”

8 – Adele – Many shades of black – “Go ahead / and smash it on the floor
Take whatever’s left / and take it with you out the door…”

9 – Ella Fitzgerald – The man that got away – “The night is bitter,
the stars have lost their glitter / the winds grow colder, and suddenly you’re older / and all because of the man that got away…”

10 – Amy Winehouse – Love is a losing game – “Why do I wish I never played / Oh, what a mess we made / And now the final frame / Love is a losing game…”

Sentiste falta de alguma outra canção dolorosa, Lola? Que outras faixas mereciam estar nesta lista?


POR XICOSA

sábado, 17 de dezembro de 2011

Top 10 Songs of the Week - As 10 músicas de maior sucesso na semana


Top 10 Songs classifica as 10 músicas mais populares da semana, mês e ano com base no top downloads de musicas online nas lojas desde julho de 2004. Abaixo as top 10 músicas desta semana

05 Dezembro 2011 - Top 10 Songs of the Week 
Esta
semana
Última
semana
Título da músicaArtista
11We Found LoveRihanna Featuring Calvin Harris
24Good FeelingFlo Rida
32It Will RainBruno Mars
43Sexy & I Know ItLMFAO
56Someone Like YouAdele
65The One That Got AwayKaty Perry
79ParadiseColdplay
8--Set Fire To The RainAdele
97Moves Like JaggerMaroon 5 Featuring Christina Aguilera
10105 O'ClockT-Pain Featuring Wiz Khalifa & Lily Allen

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Top 10 discos mais equivocados da História


No rastro de ‘Lulu’, os dez discos mais equivocados da História
Álbum conceitual de Lou Reed e Metallica inspira a lista
Metallica e Lou Reed lançaram 'Lulu' em parceria: não combinou Reprodução

RIO - O anúncio de que Metallica e Lou Reed gravariam um álbum conceitual em parceria deixou muita gente de cabelo em pé. Não por desmerecer o grupo ou o artista, mas porque o thrash metal da banda californiana e o formalismo do líder do Velvet Underground simplesmente pareciam não combinar. “É como um iceberg tentando começar uma banda com o Titanic”, definiu Jason Heller no site Avclub. Duas semanas após o lançamento oficial de “Lulu”, os prognósticos se confirmaram: definitivamente, os sons não combinam, as críticas ao redor do mundo foram as piores possíveis e “Lulu” não para de apanhar. Inspirados pela equivocada empreitada deste dois medalhões, relembramos outros discos que já nasceram errados.

1. “Chinese democracy”, Guns N' Roses (2008)

Ok, o Guns 'N Roses já foi uma das maiores bandas do mundo e, nos tempos áureos, nos brindou com pérolas como “Appetite for destruction”. Mas isso não significa que Axl Rose pode abdicar de Slash, Duff e Izzy e demorar 15 anos para lançar um novo disco assim, como se nada tivesse acontecido. “Chinese democracy” virou piada graças às zilhares de promessas de lançamento. Também pudera, o disco começou a ser gravado em 1994, custou 13 (treze!) milhões de dólares, teve uma verdadeira dança das cadeiras em estúdio e levou o hard rock do Guns para um lado muito mais industrial. É por esses e tantos outros motivos (que não conseguiram ser amenizados com as boas vendagens) que “Chinese democracy” encabeça esta lista.

2. “Standing in the spotlight”, Dee Dee Ramone (1989)

O cara ganhou fama e notoriedade como guitarrista de uma das bandas pioneiras do punk-rock e resolve fazer o quê? Se lançar em carreira solo. Como rapper. Rebatizado Dee Dee King, Dee Dee Ramone lançou um álbum com o irônico título “Standing in the spotlight” (algo como “no centro das atenções”, em tradução livre), cujo “hit” (se é que podemos chamar assim) foi uma canção chamada “Funky man”. Apesar de refrões como “fa fa fa fa fa fa fa fa funky” e de dar pinta de gangsta com um boombox colado à orelha, o herói da adolescência de muito roqueiro ainda conseguiu convencer a musa Debbie Harry a participar de sua grotesca empreitada solo. “’Standing in the spotlight’ entra para os anais da cultura pop como um dos piores discos de todos os tempos”, detonou Matt Carlson, da enciclopédia online All Music Guide. Precisa de mais alguma coisa? Não, mas a gente lembra: até Dee Dee admitiu o erro durante seu depoimento no documentário “End of century”, sobre os Ramones. “Constrangedor” define.

3. “Ainda é cedo”, Nélson Gonçalves (1997)

Neste que foi o último disco de um glorioso currículo, o eterno boêmio (que também já foi boxeador) resolveu nocautear seus incautos seguidores e todos aqueles que, porventura, tiveram que ouvir alguma das suas gravações para “Ainda é cedo”. Como o nome denuncia, Gonçalves resolveu gravar, entre os mais de dois mil registros de sua extensa carreira, clássicos do BRock oitentista. E toma-lhe versão de Legião Urbana, Lulu Santos, Cazuza e Kid Abelha. Com todo o respeito que o crooner merece, sabe quando não funciona? Pois é, não funcionou. Com mais de 75 milhões (eu disse: setenta e cinco milhões) de cópias vendidas, ele definitivamente não precisava disso. Nós, muito menos.

4. “Self portrait”, Bob Dylan (1970)

O lendário crítico Greil Marcus começou sua resenha de “Self portrait” para a “Rolling Stone” com um indignado “que m**** é essa?”. E a pergunta paira no ar até hoje. Em um momento de piração, Bob Dylan resolveu lançar “Self portrait”, um disco duplo ironicamente recheado de músicas alheias. A junção de versões infelizes de pérolas do cancioneiro folk popular, sua voz extremamente anasalada e um punhado de faixas instrumentais não desceu bem. Na época do lançamento, houve quem pensasse que o bardo estivesse de brincadeira e, de acordo com o que o próprio declarou mais tarde, ele de fato estava. Dylan justificou o disco controverso como uma tentativa de se livrar do fardo de ser o portavoz de sua geração. Não adiantou muita coisa: o álbum incrivelmente vendeu vem, ele continuou no cargo que tanto detestava e agora carrega essa mancha no currículo.

5. “Cut the crap”, The Clash (1985)

Se Joe Strummer e Paul Simonon resolvessem seguir à risca o título do disco, eles jamais o teriam lançado e terminariam a carreira de forma muito mais digna, com “Combat rock”. Sem o guitarrista e compositor Mick Jones - “saído” após brigas e mais brigas com os outros integrantes - o Clash resolveu voltar ao básico e se dedicou à crueza dos três acordes, deixando o reggae de lado. O resultado foi tão desastroso que o disco sequer foi mencionado no documentário “Westway to the world” e acabou suprimido da coletânea e box lançados pela banda anos mais tarde. Segundo a revista “Q”, à época do relançamento (?) do disco, em 2000, “você não vai entrar em muitas brigas se disser por aí que esse é o pior disco do Clash”. Portanto, leitores, não nos culpem.

6. “Zaireeka”, The Flaming Lips (1997)


Se você contasse o conceito deste disco para sua avó, ela provavelmente diria que foi um “ideia de jerico”. Mas quem poderia julgá-la? Líder da banda americana, Wayne Coyne sempre fez o estilão gênio maluco e “Zaireeka” apenas serviu para comprovar esta teoria. O ambicioso projeto consistia no lançamento de um disco quádruplo, em que os CDs deveriam ser tocados simultaneamente, em aparelhos de som espalhados em diferentes ambientes, com até mesmo algumas caixas de som desligadas. Mesmo sendo completamente inacessível ao consumo popular e tendo mais regras que as aulas de etiqueta da Socila, “Zaireeka" acabou sendo lançado por uma grande gravadora e, pasmem, vendeu quase 30 mil cópias. Quem ouviu jura que o disco é bom. O difícil é achar quem tenha tido a disposição de reunir quatro aparelhos de som e outros três amigos para partilhar da estranha experiência. Pelo menos, o Flaming Lips se redimiu de tamanha maluquice lançando na sequência o aclamado “Soft bulletin”.

7. “Flush the fashion”, Alice Cooper (1980)

Ele vive dizendo por aí que não é mais aquele cara legal, mas bem que ele tentou ser. Influenciado pelos novos rumos que a música estava tomando no início da década de 80, o roqueirão resolveu lançar um álbum totalmente calcado na new wave. Isso mesmo que você leu: Alice Cooper e a new wave já viveram um caso de amor. O músico abandonou a cabeleira volumosa, adotou um portentoso topetão e encheu suas canções de teclados e sintetizadores. As letras? Bem, as letras falavam sobre a perda de identidade e interpretar outros papéis, como numa tentativa de justificar tamanha mudança sonora. O disco não é de todo ruim, os fãs gostam e até vendeu bem, ok, mas que é uma bizarrice, ah, isso é.

8. “Trans”, Neil Young (1982)

Ao assinar com a Geffen Records, Neil Young resolveu dar aos executivos um presente de boas vindas. Um presente de grego. Após receber US$ 1 milhão pela gravação, quantia generosa para a época, Young entregou “Trans”, um disco inspirado por Kraftwerk, mas com tanto vocoder e sintetizadores quanto um álbum de Britney Spears. Os fãs não entenderam nada (nem mesmo as letras, pois a maioria dos vocais foi distorcida a ponto de ficar incompreensível) e a gravadora muito menos. Há quem tenha considerado o disco uma piada de Young, mas David Geffen, o poderoso chefão do selo, não riu nadinha. Geffen processou Neil Young por lançar um disco tão pouco Neil Young - um álbum “nada comercial” e “nada representativo”, segundo os autos.

9. “Van Halen III”, do Van Halen (1998)

Não bastasse trocar Dave Lee Roth por Sammy Hagar, a família Van Halen resolveu tentar um terceiro vocalista. Por alguma pilha errada, escalaram Gary Cherone, colega de Nuno Bettencourt no Extreme, para assumir o posto. O que saiu da estranha parceria foi um disco que não tinha lá muito a ver com o Van Halen dos áureos tempos: baladas, músicas longas, experimentalismo... Apesar de ter originado o hit “Without you”, as vendagens foram mal em pleno auge da indústria fonográfica e nenhuma música do disco foi incluída na coletânea oficial do grupo, lançada em 2004. Talvez por trauma, talvez por desilusão, a banda nunca mais lançou nenhum disco de inéditas.

10. “The most wonderful time Of the year”, Scott Weiland (2011)

Toda a infinidade de discos natalinos lançada em todos esses anos desta indústria vital já nos deram a certeza: ninguém precisa de discos natalinos. E quando a gente achava que já tinha visto de tudo nesse gênero, eis que Scott Weiland resolve lançar seu próprio disco com standards sobre “a época mais maravilhosa do ano” (como ele mesmo diz no título do álbum). Você já imaginou ouvir o atormentado líder dos Stone Temple Pilots cantando “Noite feliz” acompanhado de uma orquestra? Pois é, no disco tem, mas será que você vai mesmo querer escutar isso?

* Colaborou Silvio Essinger



| O Globo

domingo, 15 de maio de 2011

Katy Perry completa um ano no top 10 americano

Katy Perry é a primeira cantora a ficar um ano sem sair do top 10 da parada de singles da Billboard. Com a música "E.T." alcançando o número 2 do último ranking, ela completou o feito inédito de 52 semanas entre os dez maiores singles em 50 anos de existência da publicação americana. A banda a ficar mais tempo no top 10 era o Ace of Base