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domingo, 13 de novembro de 2011

Queen lançará duetos de Freddie Mercury e Michael Jackson

 Guitarrista Brian May diz que a banda já tem permissão da família do Rei do Pop

RIO - O Queen vai lançar em 2012 uma série de duetos que seu falecido vocalista Freddie Mercury gravou com Michael Jackson. O guitarista Brian May revelou que o espólio do Rei do Pop já autorizou o grupo a utilizar as gravações, realizadas nos anos 1980.

May disse ao jornal “Evening Standard”: "Michael (Jackson) costumava nos encontrar quando estávamos fazendo turnê nos Estados Unidos. Ele e Freddie se tornaram bons amigos, próximos o suficiente para gravarem algumas faixas na casa de Michael, músicas que nunca viram a luz do dia".

Perguntado sobre quando as canções seriam reveladas, o guitarrista respondeu: "Ficarão prontas no ano que vem. Conversamos com a família de Jackson e eles estão contentes”.

O Queen já havia anunciado planos de lançar um novo disco com demos antigas com a voz de Mercury. May revelou que estava vasculhando materiais antigos do grupo, junto com o baterista Roger Taylor, para compilar uma seleção de músicas inéditas para o novo disco. Não se sabe ainda se os duetos com Michael Jackson farão parte do álbum.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Queen - Nós Somos Os Campeões - We Are The Champions



We Are The Champions
I've paid my dues
Time after time
I've done my sentence
But committed no crime

And bad mistakes
I've made a few
I've had my share of sand
Kicked in my face
But I've come through

And we mean I to go on and on and on and on

We are the champions, my friends
And we'll keep on fighting
'Till the end
We are the champions
We are the champions
No time for losers
'Cause we are the champions of the world

I've taken my bows
And my curtain calls
You brought me fame and fortune
And everything that goes with it
I thank you all

But it's been no bed of roses
No pleasure cruise
I consider it a challenge before
The whole human race
And I ain't gonna lose

And we mean I to go on and on and on and on

We are the champions, my friends
And we'll keep on fighting
'Till the end
We are the champions
We are the champions
No time for losers
'Cause we are the champions of the world

We are the champions, my friends
And we'll keep on fighting
'Till the end
We are the champions
We are the champions
No time for losers
'Cause we are the champions

Nós Somos Os Campeões
Eu paguei minhas dividas
Pouco a pouco
Eu completei minha sentença
Mas não cometi nenhum crime


E erros sérios
Cometi poucos
Eu tive meu pouco de areia
Atirada sobre a minha face
Mas eu sobrevivi


E nós pretendemos continuar e continuar e continuar


Nós somos os campeões - Meus amigos
E nós continuaremos lutando
Até o fim
Nós somos os campeões
Nós somos os campeões
Não tem vez pra perdedores
Pois nós somos os campeões do mundo


Eu tenho feito minhas reverências
E atendido as chamadas do palco
Vocês me trouxeram fama e fortuna
E tudo que vem com isso
Eu agradeço à todos vocês


Mas isto não tem sido nenhum canteiro de rosas
Nenhuma viagem de prazeres
Eu considero isso um desafio
Diante de toda a raça humana
E não irei fracassar


E nós pretendemos continuar e continuar e continuar


Nós somos os campeões - meus amigos
E nós continuaremos lutando
Até o fim
Nós somos os campeões
Nós somos os campeões
Não tem vez pra perdedores
Pois nós somos os campeões do mundo


Nós somos os campeões - meus amigos
E nós continuaremos lutando
Até o fim
Nós somos os campeões
Nós somos os campeões
Não tem vez pra perdedores
Pois nós somos os campeões

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Queen - Bohemian Rhapsody (Vídeo e letra traduzida)

Isto é a vida real?
Isto é apenas fantasia?
Soterrado num deslizamento
Sem saída da realidade
Abra seus olhos
Olhe para o céu e veja
Eu sou apenas um menino pobre,
Eu não necessito de nenhuma simpatia
Porque eu tenho vida fácil, fácil vou
Um pouco elevado, pouco baixo
De qualquer forma que o vento soprar,
não importa realmente, a mim.

Mamãe, apenas matei um homem
Coloquei uma arma contra a sua cabeça
Puxei o gatilho, agora ele está morto,
Mamãe, a vida estava apenas começando
Mas agora eu estou acabado e joguei tudo fora
Mamãe, ooo
Não fará sentido você chorar
Se eu não voltar de novo a essa hora amanhã
Continue, Continue, como se nada realmente importasse.

Tarde demais, minha hora chegou,
Sinto arrepios em minha espinha
Corpo doendo a toda a hora
Adeus a todos - eu preciso ir
Deixar vocês todos para trás e enfrentar a verdade
Mama, ooo - (de qualquer forma que o vento soprar)
Eu não quero morrer
Eu às vezes desejo que nunca tivesse nascido

Eu vi uma pequena silhueta de um homem
Scaramouch, scaramouch você vai dançar fandango
Trovões e relâmpago - me assustando muito -
Gallileo, Gallileo,
Gallileo, Gallileo,
Gallileo Figaro - magnifico;

Mas eu sou apenas um menino pobre e ninguém me ama
Ele é apenas um menino pobre de uma família pobre
Poupe a sua vida desta monstruosidade
Vem fácil fácil vão - Vocês me deixaram ir;
Bismillah! Não - nós não o deixaremos ir – Deixe-o ir
Bismillah! Nós não o deixaremos ir - deixe-o ir
Bismillah! Nós não o deixaremos ir - deixe-me ir
Não o deixe ir - deixe-me ir (nunca)
Não o deixe ir - deixe-me ir
Não, não, não, não, não, não, não –
O mamãe minha, mamãe minha, mamãe minha deixe-me ir
Belzebu tem um diabo reservado para mim, para mim, para mim

Então você pensa que pode me apredeijar e cuspir no meu olho
Então você pensa que pode me amar e me deixar morrer
Oh garota - não pode fazer-me isto garota
Começa apenas a sair –
Começa apenas a cair fora direito

Ooh yeah, ooh yeah
Nada realmente importa
Qualquer um pode ver
Nada é realmente importante –
Nada é realmente importante para mim

De qualquer forma que o vento sopre...

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Freddie Mercury é impossível de ser substituído, afirma baterista do Queen

Queen + Paul Rodgers - Bohemian Rhapsody (Live at Hyde Park)


"Freddie é impossível de ser substituído" 
Todos sabemos que, naquela noite de 24 de novembro de 1991, quando foi anunciado que a voz de barítono de Freddie Mercury se calara para sempre em Kensington, Londres, não haveria como recompor nunca mais uma das bandas-chave da história do rock, o Queen. Mercury era inigualável e os sobreviventes, o guitarrista Brian May, o baterista e percussionista Roger Taylor e o baixista John Deacon, não conseguiriam seguir adiante com o grupo.

Mas o tempo passou, e o que era temeridade revelou-se realidade. Mesmo sem John Deacon, que está sabiamente aposentado e não topou a parada, Roger Taylor e Brian May resolveram ressuscitar o Queen, que toca hoje e amanhã na Via Funchal, em São Paulo, e no dia 29 na HSBC Arena, no Rio de Janeiro. No lugar de Freddie Mercury, o público verá Paul Rodgers, cantor do extinto grupo Bad Company.

Produzido pela Mondo Entretenimento, o Queen volta ao país 23 anos após sua última e consagradora passagem pelo Brasil, em 1985, durante o primeiro Rock in Rio. A turnê nacional faz parte do lançamento do álbum "The Cosmos Rocks", que marca a volta do grupo aos estúdios depois de 13 anos e é seu primeiro disco sem Freddie Mercury.

O baterista Roger Taylor deu esta entrevista por telefone, do Chile, no início da semana passada, para explicar o que os motivou a reformar o grupo. "Mais do que tudo, é a nossa profissão. É o que fazemos e o que nos sentimos bem fazendo", afirmou o baterista.

Vocês já fizeram mais de 70 shows da turnê de retorno. Como está sendo essa excursão mundial? 
Tem sido algo parecido com um renascimento. Voltar a tocar como o Queen é como redescobrir o prazer de ter integrado aquela banda, de reencontrar a si mesmo. Nós temos as nossas forças criativas intactas, não havia razão para não retomar tudo. Nós somos mesmo o Queen, nós o criamos e tocamos durante anos aquelas músicas.

Há fãs mais radicais que não pensam assim, que acham que é uma traição à memória de Freddie Mercury. Vocês têm enfrentado contratempos com esses fãs? 
Não tivemos reações ruins em nenhum lugar dos 74 shows que fizemos até agora. Na Ucrânia, cerca de 300 mil pessoas foram ver o show. Em cada lugar, o carinho tem sido imenso: Moscou, Paris, Belgrado, Roma. Veja: Freddie é impossível de ser substituído, todo mundo sabe disso. Mas Paul (Rodgers) também tem uma longa carreira na música, tocou em bandas memoráveis, e o próprio Freddie era seu fã. Ele não tenta ocupar o lugar nem imitar. Ele é ele mesmo, e nós estamos tocando as músicas que amamos e que ajudamos a popularizar no mundo todo.

Você lembra da última vez que vocês tocaram tendo Freddie à frente da banda? 
Sim, claro. Foi em 1986, em Naples, Inglaterra. Foi um show muito bom, com uma incrível reação da audiência. Freddie foi fantástico. Era meu melhor amigo, além de ter um admirável senso de humor. Sempre fazia todo mundo rir, era muito engraçado.

Você tem acompanhado o movimento de novas bandas na Inglaterra e nos Estados Unidos? O que tem ouvido de bom? 
Há grandes bandas surgindo, sempre houve. O que noto é que a tendência mais bacana atualmente é a volta do rock'n'roll. Ele está de volta, e isso é ótimo. Gosto de bandas como o Muse, o Foo Fighters. Mas tem uma que gosto ainda mais do que todas, uma banda da Islândia chamada Sigur Rós. Conhece? Eles são um tanto experimentais, mas é um som apaixonado, em movimento, vivo. Adoro essa banda.

O mundo vive uma convulsiva crise econômica. Você tem noção de como ela vai atingir o show biz? 
Bom, eu não entendo muito de economia nem de matemática. Talvez essa movimentação toda, a quebradeira, seja algum tipo de justiça (risos). Acho que há muita irresponsabilidade na condução da economia. É algo da natureza humana, quando há dinheiro em jogo, esquecerem-se das regras, da educação. Mas eu sempre vejo que o show biz é a última área a ser atingida pela recessão. Tenho a impressão de que, se vier uma crise, seremos os últimos a senti-la, porque as pessoas têm necessidade de se divertir, de espairecer.

O que vocês prometem com seu show no Brasil? Tem algo que possa surpreender? 
É um show com todos os clássicos do Queen, porque sabemos que as pessoas querem ouvir essas músicas. Não é só algo nostálgico, porque são canções que surgem sempre novas, como se as estivéssemos redescobrindo. E também temos um disco novo, com composições originais novas. Serão duas horas e meia de show. Nós temos fantásticas lembranças do Brasil, foi o lugar onde fizemos shows memoráveis, então sabemos da responsabilidade. Ninguém sairá desapontado, pode ter certeza.

Criatividade ficou de fora do novo CD 
Jotabê Medeiros 

As faixas de "The Cosmos Rocks", novo disco da banda Queen, foram escritas por Brian May, Roger Taylor e Paul Rodgers no ano passado e no começo de 2008. O início foi com um caráter meio beneficente, tanto que a música "Say It's Not True" foi lançada para angariar fundos destinados a pesquisas contra a Aids, em uma campanha internacional comandada por Nelson Mandela.

As guitarras são bem tocadas, a bateria é das melhores, a voz do cara à frente é boa e bem colocada e potente. Mas então, por que o disco novo do Queen é tão ruim? Bem, por diversas razões, a primeira delas porque é um pop-rock ultrapassado e com letras sem imaginação, mais para Air Supply do que para o velho Queen.

Apesar da excelência dos seus artífices, a criatividade ficou de fora desse novo trabalho, que está sendo lançado no país simultaneamente à passagem da nova turnê do grupo pela EMI (acompanhado de um DVD com uma hora de duração, que traz imagens do show da banda no Japão, aí sim com os velhos sucessos do Queen do tempo de Freddie Mercury).

Peso 
Quando o novo Queen soa mais pesado é bem melhor. É o caso da faixa "Still Burnin'", a única que se salvaria desse lote de 14 canções novas. "Ainda queimando, ainda berrando, ainda dando um rolê. Melhor do que nunca, cara. Ainda dançando, ainda pilotando, mergulhando no céu. O rock'n'roll nunca morre", diz a letra.

Bom, pode ser que o rock'n'roll não morra jamais, mas que ele fica baleado ele fica. Chris Jones, da BBC, escreveu que o Queen era como um híbrido de Led Zeppelin e de Royal Opera House, por conta de sua cozinha de peso e seu senso teatral, operístico. Perdendo-se essa possibilidade, o novo Queen está mais próximo de um travesti em um show de boate decadente imitando seus ídolos, uma Gloria Gaynor com pegada de blues rock.

Há algumas tentativas de crítica social e política, como em "C-lebrity" e "Warboys", mas que soam inócuas, meio tardias, sem fundamento. Os veteranos do Queen e Paul Rodgers têm todo o direito de tentar uma nova vida, e é salutar que tenham resolvido gravar um disco com canções inéditas, inovando com algum tempero reggae ("Call Me") e condimentos tex mex ("Voodoo"). Mas ainda não foi dessa vez que acertaram o ponto de cozimento.

Confira 
Queen Paul Rodgers 
The Cosmos Rocks 
EMI Music 14 faixas
Quanto: R$ 32,90, em média

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Queen fará shows no Brasil em novembro

Vídeo: Queen+ Paul Rodgers Live at Hyde Park "Imagine"


Banda se apresentará nos dias 26 e 27 em São Paulo.

Atual formação conta com Paul Rodgers como vocalista.


 A banda de rock Queen fará duas apresentações no Brasil em novembro. A turnê “Cosmo rocks” passará por São Paulo nos dias 26 e 27, na casa de shows Via Funchal. 

Liderado por Freddie Mercury, o grupo de rock ficou famoso mundialmente nos anos 70 e 80 graças a hits como “We will rock you”, “I want to break free” e “Radio Ga Ga”. Com a morte do vocalista em 1991, o guitarrista Brian May e baterista Roger Taylor decidiram dar continuidade às atividades banda. 

Em 2005, o roqueiro Paul Rodgers – ex-Free e Bad Company – foi convidado a atuar vocalista. O trio lançou em setembro seu primeiro álbum de inéditas, “Cosmo rocks”. 

O Queen também fará outros dois shows na América Latina: dias 19 e 21 de novembro em Santiago e Buenos Aires, respectivamente. 



                 O Queen em sua formação atual: o baterista                     Roger Taylor, o vocalista Paul Rodgers e o                     guitarrista Brian May. (Foto: Divulgação)
O Queen em sua formação atual: o baterista Roger Taylor,
 o vocalista Paul Rodgers e o guitarrista Brian May. (Foto: Divulgação)

domingo, 3 de agosto de 2008

Brian May, Guitarrista do Queen, agora é doutor em física

Vídeo: Brian May - Love Of My Life


Guitarrista do Queen conclui doutorado em astronomia

da Ansa, em Roma

O guitarrista do Queen, Brian Harold May, concluiu seu doutorado em astronomia com uma tese sobre a luz zodiacal, já publicada em livro. May havia interrompido os estudos nos anos 70 para se dedicar ao rock, mas retomou a tese desenvolvida no Observatório do Teide e Izana, na ilha de Tenerife, nas ilhas Canárias.

"É extremamente gratificante ver a minha tese publicada",
disse o britânico Brian May

A luz zodiacal, tema de seu estudo, é uma fraca luminosidade visível no céu ocidental. O melhor período para observá-la é na primavera, depois que as luzes do pôr do sol desapareceram completamente. Trata-se do reflexo da luz solar nas partículas de pó presentes no plano do sistema solar.

"Estou feliz por ter passado a minha vida tocando com o Queen, mas é extremamente gratificante ver a minha tese publicada", declarou May.

A tese "Estudo sobre as velocidades radiais do pó zodiacal" foi concluída no ano passado e se baseia na documentação recolhida pelo músico sobre a luz zodiacal nos anos 1971-72, no observatório de Tenerife.

Fonte: Folha Online