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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Membros do Charlie Brown Jr. anunciam nova banda, "A Banca"

Membros do Charlie Brown Jr. anunciam nova banda, com Champignon nos vocais


Depois da morte de Chorão, os membros remanescentes do Charlie Brown Jr. decidiram lançar uma banda nova, batizada de A Banca. O vocalista passará a ser Champignon, que tocava baixo na formação anterior.

Assim, a banda terá uma nova baixista, Lena. Ela se juntará aos guitarristas Thiago Castanho e Marcão e ao baterista Bruno Graveto.

A estreia da nova formação acontecerá no "Altas Horas", que vai ao ar na madrugada do próximo sábado para domingo na Globo.
A banda A Banca, que conta com os ex-membros do Charlie Brown Jr. e a baixista Lena
O programa prestará homenagem a Chorão, que completaria 43 anos no último dia 9.

Para relembrar a data, a atração terá Marcelo D2, Dinho Ouro Preto, Negra Li e Zeca Baleiro cantando sucessos do Charlie Brown Jr.

Alexandre Abrão, filho do cantor, também participará do "Altas Horas" e mostrará imagens exclusivas de shows da banda feitas por ele.

Sobre o fato de os ex-parceiros continuarem tocando mesmo após a morte de Chorão, Alexandre disse acreditar que seu pai aprovaria.

"Acho que era isso mesmo que eles tinham que fazer. E não é porque eles trocaram de nome que eles não vão ter mais a essência do Charlie Brown. É uma coisa até que meu pai ia gostar de ver", disse, ao site do programa.

Chorão foi encontrado morto em seu apartamento em São Paulo, em 6 de março. O laudo da polícia confirmou que a causa da morte foi uma overdose de cocaína.

Folha

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Ex-vocalista da banda Warrant é encontrado morto nos EUA

Jani Lane, ex-vocalista da banda de heavy metal Warrant, foi encontrado morto nesta quinta-feira em um quarto de hotel na Califórnia. Ele tinha 47 anos.

A causa da morte ainda não foi determinada.

O vocalista vinha lutando contra o alcoolismo nos últimos anos. Nesse período, ele foi preso duas vezes acusado de dirigir sob influência de álcool e foi condenado a cumprir pena de 120 dias na prisão.

O Warrant surgiu em meados dos anos 80 e fez parte do movimento chamado de "hair metal".

Lane, cujo verdadeiro nome é John Kennedy Oswald, esteve à frente da banda de 1986 até 2004, voltando ao grupo por alguns meses em 2008 para uma série de shows. Ele lançou seu único álbum solo, "Back Down to One", em 2003 e em 2008 fez parte do projeto With Saints of the Underground.

Em 2005, ele participou do reality show "Celebrity Fit Club", que acompanhava celebridades que precisavam perder peso.

jornalfloripa.com.br

sábado, 6 de agosto de 2011

"Nenhum de Nós". 5 perguntas para Thedy Corrêa, líder da Banda

5 perguntas para Thedy Corrêa, do Nenhum de Nós


Depois de emplacar grandes sucessos na década de 1980, os gaúchos do Nenhum de Nós atravessaram os anos seguintes trabalhando sem tantos holofotes, mas com bons resultados. Em especial no décimo-quarto disco da banda, “Contos de Água e Fogo”, lançado esse ano pelo selo Imã Records, com um belo trabalho de guitarras que remete aos melhores momentos de bandas como Teenage Fanclub e Dinosaur Jr.

Conversamos com o guitarrista e vocalista Thedy Corrêa para saber mais sobre o disco, o momento da banda e saber o que ele acha das piadas que fazem sobre uma velha versão de David Bowie que a banda fez no auge do sucesso:


1. Se vocês estivessem lançando esse disco como uma banda nova, com outro nome, sem a carga histórica, seria mais fácil fazer mais pessoas ouvirem?
Boa pergunta, não sei como trabalhar, fico pensando aqui qual seria uma banda nova hoje que tem uma carreira paralela, similar à nossa que poderia atingir isso. Acho difícil conseguir fazer essa avaliação porque não consigo encontrar uma cena voltada para esse tipo de música. Acho que a gente ia ficar meio num limbo porque não tem muito esse tipo de música no Brasil. Hoje seria difícil encontrar esse espaço.

2. Ao mesmo tempo o disco emula algumas coisas de college rock, como Teenage Fanclub, especialmente no trabalho de guitarras, que por outro lado é uma influência para muitas bandas novas. Você ouviu muita coisa do que está acontecendo no mundo para fazer esse disco?
Eu adoro Teenage Fanclub, não é qualquer um que consegue perceber essa influência. Eu sou um ávido pesquisador do que está rolando, estou sempre atrás. De alguma maneira, podem me acrescentar alguma coisa, posso usar isso como matéria-prima para a minha música, para o que estou querendo fazer. Eu não sou o tipo de cara que se acomoda, muito pelo contrário, estou sempre comprando revistas importadas para dar uma olhada no que está surgindo, nas bandas que estão fazendo alguma coisa diferente.

3. Algum artista em particular fez a sua cabeça durante a composição desse novo disco?
Por incrível que pareça, tem uma série de bandas de uma onda meio folk que está rolando, e que eu usei muito para o trabalho de vocais, tipo MidLake e Band of Horses. Acho até que num próximo disco essa pegada estará mais evidente, porque tem muita coisa desse som que está vindo.

4. Pelo passado de hits que vocês tiveram, você percebe que ainda há uma parcela nostálgica no público de vocês?
Acho que a gente tem de erguer as mãos para o céu, porque conseguimos um negócio difícil, que é renovar o nosso público. Semana passada, a gente tocou em Ouro Preto na calourada da universidade federal de lá, só para a gurizada, e tinham quatro mil pessoas. Em Goiânia a gente também tocou num evento do campus da universidade para oito mil pessoas. E esse é um público muito jovem, gente que ouve o que está rolando hoje e não se identifica tanto assim e que, quando ouve uma música do Nenhum de Nós, gosta e acha que aquela banda tem a ver, se conecta com a gente, mesmo que tenhamos começado há tanto tempo. A gente não sobrevive de nostalgia, graças a Deus.

5. Uma das canções mais famosas na história do Nenhum de Nós é a versão da banda para “Starman”, do David Bowie, renomeada “O Astronauta de Mármore”. E uma das piadas mais recorrentes com a banda é a tentativa de decifrar uma letra tida como completamente nonsense. A letra faz sentido?
Ela tem sentido sim, e quem fala que a letra é nonsense é porque é burro e não estudou (Nota: mais tarde, Thedy registrou que não teve a intenção de chamar ninguém de burro). A obra tem frases de músicas do David Bowie dentro da letra. O astronauta é o Major Tom, personagem criado pelo Bowie. Tudo ali tem uma consequência e uma lógica e é coisa de fã, de nerd que foi lá e fez um trabalho milimétrico. Quem diz isso não sabe o que está falando, não sabe ler. “Quero um machado pra quebrar o gelo” está numa música do Bowie, “Ashes to Ashes”, é uma tradução literal, por exemplo. [Fonte: Revista Playboy]

Nenhum De Nós - Camila Camila - ao vivo


Camila Camila

Nenhum de Nós

Composição: Carlos Stein / Sady Hömrich / Thedy Corrêa

Depois da última noite de festa
Chorando e esperando amanhecer, amanhecer
As coisas aconteciam com alguma explicação
Com alguma explicação
Depois da última noite de chuva
Chorando e esperando amanhecer, amanhecer
Às vezes peço a ele que vá embora
Que vá embora
Camila
Camila, Camila
Eu que tenho medo até de suas mãos
Mas o ódio cega e você não percebe
Mas o ódio cega
E eu que tenho medo até do seu olhar
Mas o ódio cega e você não percebe
Mas o ódio cega
A lembrança do silêncio
Daquelas tardes, daquelas tardes
Da vergonha do espelho
Naquelas marcas, naquelas marcas
Havia algo de insano
Naqueles olhos, olhos insanos
Os olhos que passavam o dia
A me vigiar, a me vigiar
Camila
Camila, Camila
E eu que tinha apenas 17 anos
Baixava a minha cabeça pra tudo
Era assim que as coisas aconteciam
Era assim que eu via tudo acontecer

domingo, 3 de julho de 2011

"Isso é Calypso". Trajetória da banda vai ser contada no cinema

A história da banda Calypso será contada no cinema em filme dirigido por Caco de Souza, de "400 contra 1" (2010). Com o título provisório de "Isso é Calypso", a produção terá roteiro de René Belmonte, de "Se eu fosse você" (2005) e Josefina Trota. As produtoras são ViraLata Filmes e Black Maria.

A história do casal Chimbinha e Joelma, da banda Calypso, vai virar filme. "Isso é Calypso", título provisório do projeto, será dirigido por Caco Souza, de "400 Contra 1", e está em fase de captação. O roteiro ficará nas mãos de Josefina Trota e René Belmonte, autor do recente "Assalto ao Banco Central" e da série "Se Eu Fosse Você".

O filme deve misturar realidade e ficção para contar a trajetória do grupo, que já tem mais de 13 milhões de discos vendidos. O Calypso começou a carreira no final da década de 1990, misturando ritmos do norte brasileiro, latinos e caribenhos. Guitarrista virtuose, Chimbinha tocava nos subúrbios de Belém e Joelma se apresentava em Almerin, no interior paraense.

Sem gravadora, independente, o casal conseguiu arrebanhar uma base fiel de fãs, criou moda e acabou se impondo para a grande mídia. "Eles inovaram no som, na maneira como divulgaram seu trabalho e na fórmula que inventaram para que essa parceria na vida pessoal e nos palcos desse tão certo. É um exemplo com o qual o Brasil vai se encantar", afirma Caco Souza em comunicado.

Segundo as produtoras ViraLata Filmes e Black Maria, que cuidam do projeto, o longa-metragem está em fase de captação de recursos e ainda não há previsão para o início das filmagens. Também não foram definidos os atores que interpretarão o guitarrista Chimbinha e cantora Joelma.

Formada há 12 anos em Belém do Pará, a dupla Calypso faz uma mistura de ritmos caribenhos com toques de lambada, guitarrada e carimbó e já vendeu cerca de 13 milhões de CDs.

A banda inovou o modelo empresarial no ramo da música no Brasil com um esquema independente de distruição de discos que não foi afetado pela pirataria.



YouTube - 2º DVD - 02 - Banda Calypso - Pra te esquecer




Pra te Esquecer

Banda Calypso

Composição: Batista Lima

Tanto que eu te imaginei
te dei meu coração
Iludida pelo amor
me perdi na paixão
Quantas vezes eu tentei fazer você feliz
E os meus sonhos de amor você sempre não quis
De que importa se eu chorar?
Se te amei se vou te amar
mas você nunca me amou
Mas eu não vou desistir
Vou lutar pra conseguir
Encontrar outra paixão
pro meu coração
Não dá, não vou, não quero mais
Viver assim já não dá mais
Não quero mais você em minha vida
Preciso encontrar a saída
Não dá, não vou, não quero mais
Viver assim já não dá mais
Não quero mais você em minha vida
Preciso encontrar a saída
pra te esquecer

domingo, 19 de junho de 2011

Biquíni Cavadão: Estou Com Saudade De Você

Estou Com Saudade De Você
Biquini Cavadão
As pedras do muro da sua casa
Já não me dizem nada
Pichadas, cobertas por cartazes
E um banda de volta na estrada
A gente adorava
Baladas me matam de saudade
Estou com saudade de você
Saudade de você
Na praça onde a gente namorava
Mendigos na calçada
Madrugadas me matam de saudade
Estou com saudade de você
Saudade de você
E agora com os olhos embaçados
Posso eu posso ver
É tão ruim
Como água entre os dedos
Ver você
Se perder de mim, se perder de mim
As chaves eu vou deixar numa sacola
Com as suas roupas perfumadas
Que me matam de saudade
Estou com saudade de você
Saudade de você
E agora com os olhos embaçados
Posso eu posso ver
É tão ruim
Como água entre os dedos
Ver você
Se perder de mim, se perder de mim
uauuu!!
Nas cartas ainda ouço suas palavras
Tão apaixonadas
Guardadas numa pequena caixa
E as fotos na parede da minha sala
Também não dizem nada
Amareladas, me dói tanta saudade
Estou com saudade de você
Saudade de você
Estou com saudade de você
Saudade de você

terça-feira, 24 de maio de 2011

A banda mais parodiada da web

'A banda mais bonita da cidade' vira a mais parodiada da internet uma semana depois de estourar no YouTube

RIO - Na internet nada se cria, tudo se copia. Que o diga "A banda mais bonita da cidade", de Curitiba. Uma semana depois de bombar no YouTube com quase 2 milhões de views do vídeo "Oração" , inspirado declaradamente no clipe da música "Nantes" , do Beirut, o grupo musical curitibano virou chacota na rede. Há uma série de paródias no próprio YouTube, entre elas "A banda mais repetitiva da cidade" , "O cão mais arrependido da cidade" , "A banda mais bonita da internet" .

O publicitário carioca Alexandre Esposito fez a versão "Repetição" para "A banda mais repetitiva da cidade", mantendo a melodia sobre o vídeo original, mas alterando os versos da canção para "Meu amor / essa é a repetição / Eu só tenho o refrão / A canção não é tão longa como pensa / Só oito versos, ela não é muito extensa / E já terminou / Eu não a escrevi inteira / Ficou faltando a letra. / Deixa pra depois". Ele gravou as vozes no seu iPhone, editou no computador e jogou no seu site www.vidaordinaria.com

- Peguei a melodia deles e fiz a letra em 20 minutinhos só de zoação. Todas as três vozes que estão ali são minhas. A de mulher coloquei só para deixar mais tosco mesmo - conta Esposito, ressalvando que gostou do clipe original. - Assim como muita gente gostou, outras pessoas reclamaram que era muito repetitivo. Eu gostei bastante, mas achei meio cansativo porque dura seis minutos.

Na padódia "O cão mais arrependido da cidade", um grupo de amigos adapta os versos "Volta o cão arrependido / com suas orelhas tão fartas / com o seu osso ruído / e o rabo entre as patas", de um dos episódios da "Festa da boa vizinhança" da comédia mexicana "Chaves". No capítulo, Chaves recita o poema "O cão arrependido" duas vezes, sendo interrompido por Seu Madruga antes de repetir os versos 44 vezes, como queria. Como na paródia há 15 repetições durante os minutos de gravação, ficam faltando 29. Ainda assim, o clipe, propositalmente tosco, é engraçado e conta até com a participação dos latidos do cão arrependido.

Em "A banda mais bonita da internet", Rafinha Bastos conta com a participação da galera do Jacaré Banguela e da própria cantora Uyara Torrente, d'A banda mais bonita da cidade, que gravou o clipe original.

Lauro Neto (O globo)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sucesso na Broadway, álbum do Green Day 'American Idiot' vai virar filme produzido por Tom Hanks

RIO - O álbum "American idiot", do Green day, foi um sucesso tão grande, que virou musical na Broadway. O musical da Broadway teve um resultado tão aclamado - com direito a três indicações para o Tony Awards -, que vai virar filme. E o escolhido da Universal Studios para produzi-lo foi Tom Hanks, segundo a Reuters.

O ator já foi responsável pela produção de "Mamma Mia", "Onde vivem os monstros" e "Falando grego". Há rumores de que o roteiro será escrito por Dustin Lance Blank, que tem no currículo filmes como "Milk".

Vale lembrar que o CD, lançado em 2004, ficou em primeiro lugar em 19 paises, com 14 milhões de cópias vendidas.


O Globo

sábado, 25 de setembro de 2010

Chicago e America fazem a noite do flashback no Rio

Nós também nos perguntamos por que levamos tanto tempo para tocar no Brasil", responde, por telefone, o tecladista Robert Lamm, um dos cantores e fundadores do Chicago, que finalmente se apresenta no Rio, hoje, às 21h, em dupla com outra veterana banda do pop, o America, na Arena Multiuso.

Segundo Lamm, são duas horas de show, com lugar para os sucessos e alguns lados B, em que eles exploram a trilha jazz-rock que teve o Chicago como um dos desbravadores. O repertório também incluirá canções especialmente selecionadas para o Brasil a partir de uma pesquisa feita pelo grupo, como "Baby, what a big surprise", "Hard to say I'm sorry" e "Happy man".

O Chicago foi o primeiro grupo na história a receber, em 1978, o prêmio Gold Ticket, no Madison Square Garden, em Nova York, por vender mais de cem mil ingressos. Venderam até hoje mais de 120 milhões de discos. Com mais de 40 anos de estrada, o Chicago é conhecido por suas baladas românticas. Ao longo da carreira, conquistaram 22 discos de ouro, 18 de platina e oito álbuns multi-platinum.

Da formação original da banda, criada em 1967, continuam Lamm e o naipe de metais, formado por Lee Loughnane (trompete), James Pankow (trombone) e Walt Parazaider (saxofone), reforçados por Keith Howland (guitarra), Jason Scheff (baixo e vocais), Tris Imboden (bateria), Lou Pardini (teclados e vocais) e Drew Hester (percussão). Nos últimos anos, o grupo fez excursões em dupla com o Earth, Wind & Fire - registrada num DVD - e, este ano, com os Doobie Brothers. No fim de 2010, eles lançarão um disco com canções de Natal, produzido por Phil Ramone.

- Misturamos alguns clássicos, mas com versões bem diferentes, e composições originais - diz Lamm, contando que o grupo voltará ao estúdio no fim do ano para gravar um novo álbum.

Num momento em que o grande mercado da música americana parece dividido entre o hip-hop e o country, gêneros quase antagônicos, a fusão de estilos que sempre caracterizou o Chicago pode soar anacrônica. Mas Lamm vê luzes no meio do túnel.

- Se hoje o mainstream está muito mais fechado, o lado positivo é a proliferação de selos independentes com liberdade para variados tipos de música. O download na internet também permite que a gente escute muita música boa, há até mais oferta, mesmo que seja difícil encontrar esses discos e artistas.

Além do Chicago, Lamm fez cinco discos solo. Em meados dos anos 90, também formou um trio com Gerry Beckley (do America) e Carl Wilson (dos Beach Boys), que gravou um único CD, "Like a brother", lançado em 2005.

- Infelizmente, o disco saiu após a morte de Carl, que tinha uma das vozes mais bonitas do pop. Na época em que nos juntamos, estávamos meio frustrados por ficar trancados numa banda, e aquela foi uma ótima maneira de respirar novos ares - explica Lamm, que tem um carinho especial por seu último solo, "The bossa project", lançado há dois anos. - É meu tributo à bossa nova. Tem até um tema de Tom Jobim, "Águas de março".

Curta 

Chicago - If You Leave Me Now [Live]

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Vídeo: Vocalista do R.E.M aparece vestido de drag queen

Você sabia que Michael Stipe, vocalista R.E.M, já se vestiu como uma drag queen? As imagens do músico são de um programa de TV dos anos 70 sobre o filme "The Rock Horror Picture Show", comédia musical de horror cuja maior atração era a plateia, que ia fantasiada como os personagens do filme.


 Ego

terça-feira, 30 de março de 2010

MEGADETH. Banda inclui Brasília e Recife em turnê


Show celebra 20 anos do álbum e também será realizado em São Paulo.
Repertório traz clássicos da carreira da banda de Dave Mustaine. 
Foto: Divulgação

A banda Megadeth, que vem ao Brasil em abril (Foto: Divulgação)

Com uma apresentação já agendada para o dia 24 abril em São Paulo, a banda norte-americana Megadeth 
fará shows também em Recife, no dia 20, e em Brasília, no dia 22 do mesmo mês. As novas datas foram divulgadas nesta terça (30) pela produtora Time For Fun.

O grupo liderado pelo guitarrista Dave Mustaine, que integrou a formação original do Metallica, é um dos representantes do gênero que ficou conhecido como thrash metal. 

Os ingressos para Brasília e São Paulo já estão disponíveis para compra pelo site www.ticketsforfun.com.br, pelo telefone 4003-5588 e nos demais pontos de vendas espalhados pelo Brasil. Para ingressos do show de Recife, a pré-venda exclusiva para clientes Credicard, Citibank e Diners começa dia 1º de abril. A bilheteria abre dois dias depois, nos mesmos locais de venda.

A volta do Megadeth ao país - o grupo se apresentou por aqui pela primeira vez em 1991, como parte do segundo Rock in Rio - marca as comemorações dos 20 anos do álbum "Rust in peace", um dos mais importantes da carreira da banda. O disco traz faixas como "Holy wars... the punishment due", "Hangar 18" e a própria "Rust in peace".


De acordo com a Time For Fun, o repertório dos shows devem incluir ainda hits de outros discos da banda, como "Wake up dead" e "Symphony of destruction".


Além de Mustaine, que canta e toca guitarra, a formação atual do Megadeth conta com Shawn Drover na bateria, Chris Broderick na guitarra e David Ellefson no baixo.


Formado em 1983, O grupo lançou em 2009 seu álbum mais recente, "Endgame". O disco estreou no número 9 da "Billboard" e já vendeu cerca de meio milhão de cópias em todo o mundo.

Megadeth em Recife
Quando: 20 de abril, a partir das 21h30
Onde: Clube Portugues - Av. Rosa e Silva, 172 — Graças
Quanto: de R$ 80 a R$ 150, com direito a meia-entrada
Informações: 4003-5588
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br

Megadeth em Brasília 
Quando: 22 de abril, a partir das 21h30
Onde: Ginásio Nilson Nelson - Setor SRPN — Asa Norte
Quanto: de R$ 80 a R$ 500, com direito a meia-entrada
Informações: 4003-5588
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br
Megadeth em São Paulo
Quando: 24 de abril, a partir das 22h
Onde: Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro
Quanto: de R$ 90 a R$ 250, com direito a meia-entrada
Informações: 4003-5588
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br

Fonte: G1

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Legião Urbana: Há 25 anos nascia um mito

Na primeira semana de 1985, o assunto era único: a abertura do Rock in Rio, o primeiro grande festival de pop-rock que aconteceria no país. Tudo bem, o Rock in Rio fez história, ninguém tem dúvidas disso. Mas, naquela mesma semana, uma banda de rock, que ainda nem sonhava em pisar no grandioso palco da Cidade do Rock em Jacarepaguá, também fazia história. E quanta história...




Vinte e cinco anos atrás, a Legião Urbana colocava nas lojas o seu primeiro álbum, após a forcinha dos amigos dos Paralamas do Sucesso, que insistiram que os executivos da gravadora EMI ouvissem a fita demo de Renato Russo & companhia. Levando o nome da banda em seu título, e embalado em uma simples capa branca com uma foto em preto-e-branco, que mal dava para ver direito o rosto dos integrantes da banda, o álbum já trazia tudo aquilo que faria da Legião Urbana a maior banda da história do Rock Brasil então emergente na década de 80: um rock rápido e enérgico com letras geniais e contestadoras e, claro, a voz de Renato Russo.

Aliás, o cantor e compositor já era bem conhecido em Brasília bem no início dos anos 80. A sua ex-banda, o Aborto Elétrico, já agitava a vida noturna dos "antenados" (?!?) da capital do país. E isso sem contar com a sua fase de "Trovador Solitário", quando mandou (pelo menos, em termos) o punk para aquele lugar, para se espelhar no início da carreira de Bob Dylan.

Mas quando lançou o primeiro álbum ao lado de Dado Villa-Lobos (guitarra), Marcelo Bonfá (bateria) e Renato Rocha (baixo), Renato Russo colocou Sex Pistols, Smiths, Police, U2, Joy Division e outras influências no seu caldeirão. O resultado pode ser visto em faixas como "Será", "A Dança", "Ainda É Cedo", "Perdidos No Espaço", entre outras. Produzido pelo jornalista José Emílio Rondeau, "Legião Urbana", apesar de ter vendido pouco na época de seu lançamento, hoje é um clássico.


O jornalista Arthur Dapieve, no livro "Renato Russo", que traça um perfil do compositor, sintetizou o álbum com a costumeira competência: "Suas músicas falavam de como crescer sem perder a inocência ('Será'); do descaso das autoridades com a juventude do país ('Petróleo do Futuro'); da falência do sistema educacional ('O Reggae'); da violência na televisão ('Baader-Meinhof Blues'); da confusão das drogas ('Perdidos no Espaço'). Estava tudo amarrado na cabeça de Renato, inclusive o final reflexivo com 'Por Enquanto', embora no começo ele tenha pensado em fechar o LP com 'Teorema'."

Disco de estreia simples e clássico. Uma boa receita para fazer história.


As músicas do primeiro disco: 

Será (D. Villa-Lobos/ R. Russo/M. Bonfá)

A Dança (D. Villa-Lobos/ R. Russo/M. Bonfá)


Fonte: SRZD
Petróleo do Futuro (D. Villa-Lobos/R. Russo)

Ainda É Cedo (D. Villa-Lobos/R. Russo/M. Bonfá/Ico Ouro-Preto)

Perdidos no Espaço (D. Villa-Lobos/ R. Russo/M. Bonfá)

Geração Coca-Cola (Renato Russo)

O Reggae (R. Russo/M. Bonfá)

Baader-Meinhof Blues (D. Villa-Lobos/ R. Russo/M. Bonfá)

Soldados (R. Russo/M. Bonfá)

Teorema (D. Villa-Lobos/R. Russo/M. Bonfá)

Por Enquanto (R. Russo)




Musical conta trajetória de Renato Russo e da Legião Urbana



A emoção vai tomar conta do Cine Nove de Abril na próxima quarta-feira. O motivo é o Cultura para Todos especial, que traz o musical contando a trajetória de vida do líder da Legião Urbana, Renato Russo. A apresentação acontece às 20 horas e a entrada será um litro de leite do tipo longa-vida para o espetáculo único. A distribuição dos ingressos acontece segunda e terça-feiras da próxima semana.
O monólogo, dirigido por Mauro Mendonça Filho (ator da Rede Globo), escrito por Daniela Pereira de Carvalho, conquistou em 2006, no Rio de Janeiro, o Prêmio Shell. Interpretando o líder da banda, Bruce Gomlevsky, que no palco dá voz a todas as canções, vida e arte de um dos maiores nomes do rock nacional.
Dono de uma personalidade indomável, porta-voz dos anseios, angústias, amores e valores de toda uma geração, ícone da história do rock brasileiro. O legado de Renato Russo, líder da banda Legião Urbana, é acompanhado
 por essas e outras definições, mesmo 11 anos após sua morte.
A banda Arte Profana acompanha Bruce Gomlevsky no palco, onde terá show, projeções, banda ao vivo e 22 músicas no roteiro, entre clássicos da Legião Urbana e outras lançadas em discos solo do cantor.
Bruce Gomlevsky
Ator, produtor e diretor, formado pela Casa das Artes de Laranjeiras, há 13 anos trabalha em teatro, cinema e televisão. Em cinema, ganhou o prêmio Candango de Melhor Ator de Curta-Metragem 35mm no 32 Festival de Cinema de Brasília, com o filme Cão-Guia (1999), de Gustavo Acioly, e com o filme Nada a Declarar (2004), do mesmo diretor.
Ganhou também o Prêmio de Melhor Ator de Curta-Metragem no Festival de Cinema de Vitória e no Festival de Cinema de Curitiba. Em papel de destaque, participou de quatro longa-metragens brasileiros: Quase Dois irmãos (2005), de Lúcia Murat, Deus é brasileiro (2003), de Carlos Diegues, Apolônio Brasil (2003), de Hugo Carvana e Lara (2002), de Ana Maria Magalhães.
Em 2005, Bruce protagonizou o episódio Vila prudente, do seriado Carandiru, Outras Histórias (Rede Globo), dirigido por Walter Carvalho e com direção geral de Hector Babenco e esteve em cartaz com as peças O rim, de Patrícia Mello, com direção de Elias Andreato e produção de Carolina Ferraz e Eduardo Barata e Alta tensão, texto e direção de Heloísa Perissé.
Em 2006, produziu e dirigiu, ao lado de Daniela Pereira de Carvalho, a peça Línguas estranhas, e idealizou e estreou o espetáculo Renato Russo, a peça, que está em cartaz em circuito nacional, com sucesso de público e crítica, desde então. (
avozdacidade.com)



Último show do Legião Urbana ocorreu há 15 anos

Folha Online

Há 15 anos, na casa "Reggae Night" de Santos, ocorria o último show do grupo "Legião Urbana". O show fazia parte da turnê do disco "O Descobrimento do Brasil" e era apenas mais um de uma série que Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá fariam.

Em determinado momento, uma lata de cerveja voou em direção ao palco. Um dos seguranças rapidamente a retirou para que Renato Russo não a visse. A segunda, porém, acertou o vocalista. Ele, então, deitou no chão e cantou nesta posição por 45 minutos. A produção teve certeza que não voltariam ao palco depois disso e, realmente, a turnê foi cancelada.

A banda já enfrentava problemas desde a turnê de "V", quando uma cena parecida com a ocorrida em 1995 em Santos também ocasionou o fim abrupto dos shows. O clima dos ensaios e bastidores estava pesado, discussões e desentendimentos ocorriam o tempo todo e o fim da banda parecia inevitável.

Surgida em Brasília, a "Legião Urbana" foi formada após o fim de "Aborto Elétrico", cujos outros integrantes formariam o "Capital Inicial" mais tarde. Os amigos que integravam o grupo reuniam-se para conversar e ouvir música em diferentes lugares da cidade. Como muitos dos moradores da capital federal daquela época, eram filhos de diplomatas ou de ocupantes de outros cargos públicos, encontravam-se tanto próximo da UnB, onde estudavam, quanto em mansões e embaixadas.

Renato, Dado e Bonfá ganharam fama nacional ao serem apadrinhados pelo "Os Paralamas do Sucesso", que levaram a canção "Geração Coca-Cola" para a sua gravadora escutar. Os shows reuniam fãs fervorosos, fazendo com que descrevessem as apresentações ao vivo deles como um verdadeiro culto. Após a separação, em 1995, Renato Russo ainda gravaria trabalhos solo, mas em 1996 perdeu sua luta contra a Aids.

Em 2009, foi lançado "Renato Russo - O Filho da Revolução". Com depoimentos, entrevistas e documentos inéditos, a obra escrita por Carlos Marcelo reconstrói a história do homem que marcou o rock brasileiro. Além do início da banda, Marcelo traça um perfil da cidade Brasília da época em que os integrantes destas bandas, ainda adolescentes, viviam lá. Leia abaixo trecho que mostra o cenário que permitiu o nascimento destes grupos:


Muitas vezes Renato ia a pé para uma das oito salas de cinema, instaladas no Setor de Diversões Sul. Já no Cine Karim, viu pela primeira vez o documentário Monterey Pop, com performances de Otis Redding, The Who e Jimi Hendrix. Um dia chamou o amigo Gustavo para ir até a maior sala da cidade, o Cine Atlântida. Queriam ver O exorcista, considerado o filme mais aterrorizante dos últimos tempos, expressamente proibido para menores de 18 anos. Franzinos, os garotos imberbes sabiam que seriam barrados na entrada. Não tiveram dúvidas. Subornaram o porteiro e conseguiram entrar. Sentaram na primeira fila. Não tiraram o olho da tela. Voltaram conversando sobre as cenas mais fortes de possessão da menina Regan pelo demônio. No dia seguinte, Renato confessou a Gustavo:

- Não consegui dormir, fiquei a noite inteira acordado.

Nas idas ao cinema ou ao curso de inglês, Renato Manfredini Júnior tentava apreender os segredos de Brasília. Mistérios que ainda causavam espanto tanto para os moradores quanto para os visitantes. "Parece incrível que Brasília, ao completar seu 14o aniversário como sede do governo da República, ainda esteja sujeita a periódicas crises de falta de confiança para cumprir os altos desígnios de seus construtores", observou o jornalista Tão Gomes Pinto em reportagem de capa da revista Veja, publicada em abril de 1974. Três meses depois, ao cumprir a promessa feita em 1962 e regressar à cidade, Clarice Lispector registrou no Jornal do Brasil a angústia de 48 horas transcorridas no Planalto: "Brasília é o mistério classificado em arquivos de aço. E eu, quem sou eu? Como me classificaram? Deram-me um número? Sinto-me numerificada e toda apertada."

Brasília é um futuro que aconteceu no passado. É o fracasso do sucesso mais espetacular do mundo. Brasília é uma estrela espatifada. Estou abismada.

Após afirmar ter voltado para o Rio de Janeiro "irremediavelmente impregnada por Brasília", Lispector confessou: "Prefiro o entrelaçamento carioca." Talvez porque as ruas da capital carecessem da capacidade de sintetizar a "expansão de todos os sentimentos da cidade", na célebre definição de João do Rio (1881-1921). Não tinham nascido "como o homem, do soluço, do espasmo" e por isso jamais poderiam ser consideradas "a mais igualitária, a mais socialista, a mais niveladora das obras humanas", como definiu o cronista em sucessão de textos publicados entre 1904 e 1907, pouco depois de a cidade fluminense se tornar a capital federal. Pelo contrário: as quadras brasilienses, apesar de parecidas no traçado, tinham ocupação estratificada de acordo com a atividade profissional dos moradores. Algumas exclusivas para parlamentares, outras para militares graduados, outras ainda para funcionários públicos - e os filhos dos ocupantes reproduziam fielmente, muitas vezes de forma violenta, a rígida hierarquia habitacional.

Renato sabia, por exemplo, que deveria tomar cuidado ao adentrar quadras vizinhas. Magro e baixinho, podia ser considerado vítima em potencial das constantes brigas entre jovens, muitas surgidas sem motivo aparente, quase sempre quadra-contra-quadra. Delimitação de território. A turma da 303 Sul, por exemplo, saiu várias vezes no braço com o pessoal da 305. A briga mais séria ocorreu depois que uma menina da quadra do Banco do Brasil foi abordada pela turma rival. Um cara da 303 partiu para cima dos invasores, que fugiram. Depois, montados em motos, garellis e mobiletes, voltaram com porretes e pedaços de pau. As duas turmas se juraram; o clima de tensão permaneceu por meses a fio. Muitas peladas na 303 acabaram após o alerta:

- Lá vem os caras da 305!

Todo mundo saía correndo, cada um para sua portaria, até cessar o perigo.

Além da violência latente, o sentimento de impunidade estava impregnado no cotidiano do Plano Piloto. Na entrada do Marista e de outros colégios como La Salle e Dom Bosco, uma procissão de carros oficiais se formava diariamente para levar e trazer os filhos de políticos e autoridades do governo. Dodge, Opala, Aero Willys, Galaxie... Carrões facilmente identificados pelas letras iniciais da placa (OF) e imunidade garantida por decreto:

- Os carros destinados aos serviços das altas autoridades da República são considerados de representação, identificados por chapas especiais, e isentos da fiscalização de uso.

Em Brasília, se todos eram igualmente imigrantes, uns podiam ser bem mais iguais que os outros. Estavam protegidos pela lei e pela função exercida. Até os motoristas viravam autoridade. Um deles, ao ser flagrado por uma equipe de jornalistas com o Dodge chapa-branca parado em frente ao colégio La Salle, ameaçou.

- Fotografou, apanhou. 



Postado por Joel no De Olhos: Imagens, vídeos, fotos e fatos

domingo, 18 de janeiro de 2009

Os primeiros acordes do U2

U2 - I Will Follow (Brooklyn Bridge)



Era uma vez um garoto. De olhar inocente e peito glabro. Naquele ano de 1980, ele olhava firme para quem segurasse a capa do álbum "Boy", o primeiro da larga trajetória da banda irlandesa U2. Ao escutarmos agora as 11 faixas que compõem o disco, é difícil imaginar que o eco daquelas canções de batidas secas e letras inocentes ia se fazer ouvir até os dias de hoje, através do som daquela que se tornou a mais poderosa banda de rock/ pop da atualidade. 

"Boy" está sendo relançado em edição luxuosa e com um disco de bônus junto com os dois trabalhos seguintes do grupo, "October" (1981) e "War" (1983). Até meados do ano, serão também reeditados todos os álbuns até "Pop" (1997). Aos registros originais, estão sendo acrescentadas versões ao vivo e outras gravações. Esse primeiro pacote serve de aperitivo aos fãs que esperam "No Line on the Horizon", o 12º disco do U2, previsto para março, no Reino Unido. 

As letras de "Boy" falam em geral de conflitos de adolescência. Apesar da forte influência punk, anuncia um namoro com o pop, por meio das melodiosas "Stories for Boys" e "A Day Without Me". Bono já estreia nn sem conseguir conter o ego, o que se percebe, por exemplo, pela letra de "The Ocean": "and I felt like a star, I felt the world could go far, if they listened to what I said" (me senti como uma estrela, senti que o mundo poderia ir longe, se eles tivessem ouvido o que eu disse). 

No ano seguinte à explosiva estréia, porém, a banda lançou um álbum confuso, que quase a afundou precocemente. "October" tratava, basicamente, da forte inquietação espiritual em que se encontravam nada menos que três de seus quatro membros. The Edge, Bono e Larry Mullen frequentavam nn discussões sobre religião e questionavam as relações possíveis entre esta e o rock. Daí nasceram belas canções, como "Gloria" e "Rejoice", destaques do CD. Por outro lado, deu-se uma cisão entre Bono e Edge, que deixaram o grupo temporariamente. 


"October" é uma espécie de viagem punk-esotérica, cujos exageros foram contidos nos álbuns seguintes, mas que começou a alimentar os desejos salvacionistas, cada vez mais intensos, de Bono. 

Dois anos depois, "War" (1983) veio fortalecer a identidade política do U2. O disco começa com a batida inconfundível de "Sunday Bloody Sunday", hit máximo do grupo. A letra fazia referência ao ataque a um grupo de irlandeses por parte do governo britânico em 1972, em Derry, na Irlanda do Norte. Mas esta não é a única faixa de protesto do disco. 

Também a invasão soviética ao Afeganistão e a linha conservadora adotada por Ronald Reagan nos EUA e Margaret Thatcher no Reino Unido davam o pano de fundo para o conjunto temático da obra. 

Guinadas 

A partir daí, o U2 daria duas grandes guinadas. Uma em 1987, com o álbum "The Joshua Tree", que reforçaria o projeto messiânico de Bono. Outra, em 1991, com "Achtung Baby", que direcionou a banda para o pop. 

Tantas revoluções fazem pensar que esses três álbuns dos anos 80 pudessem ter caducado. Porém, ouvi-los hoje causa efeito oposto. 

Parece que tudo o que o U2 é na atualidade já estava de algum modo ali, no olhar daquele garoto. Afinal, o tripé em que o conjunto ainda se apoia nn estava dado desde a primeira faixa de "Boy". A pegada cortante e violenta da bateria de Larry Mullen, a peculiar linha melódica da guitarra de The Edge, e o vocal arrogante e inconfundível de Bono. 

Acima de tudo, pode-se pressentir neles desde cedo a ambição de interferir nos rumos do mundo – elemento que segue fazendo com que a banda seja, ao mesmo tempo, tão amada e tão odiada.

Confira 

U2 - Edição especial
CDs "Boy", "October" e "War" 
Gravadora: Universal
Quanto: R$ 54,90, cada um

http://gazetaonline.globo.com/
Sylvia Colombo 
SÃO PAULO

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Onde andam os integrantes do ABBA?

 ( Ego)

foto: Divulgação
O grupo Abba no auge da carreira


Há três décadas, sua mãe provavelmente ouvia 'The Winner Takes it All' nos encontros românticos com seu pai. Ela também devia colocar polainas para fazer ginástica ao som de 'Voulez-Vous'. Ou ainda sacudir sua calça boca-de-sino quando o DJ colocava 'Dancing Queen' nas discotecas.
 
As músicas do quarteto sueco ABBA, que viraram febre mundial nos anos 70, seguem reinantes ainda hoje, com seus sucessos revisitados através de covers e até de um musical, 'Mamma Mia!', que virou filme estrelado por Meryl Streep e Pierce Brosnan. Graças ao filme, o grupo, que já vendia 3 milhões de discos por ano, entrou para a história em agosto de 2008 com o álbum mais antigo a ocupar a primeira posição nas paradas britânicas, o 'Gold - Greatest Hits' (coletânea lançada em 1992). 

Mas, apesar dos apelos dos fãs, o ABBA, formado por Björn Ulvaeus, Benny Andersson, Agnetha Fältskog e Anni-Frid Lyngstad (também conhecida como Frida), não pretende voltar aos palcos. "Dinheiro não é problema. Nós queremos que as pessoas lembrem de nós como éramos: jovens, exuberantes, cheios de energia e ambição", disse Björn em entrevista, este ano, na época do lançamento de 'Mamma Mia!', quando os quatro se reuniram com o elenco do filme para a estréia em Estocolmo.

A história do ABBA começou em 1969, quando Björn e Benny conheceram as parceiras Agnetha e Frida. Com elas, formaram não só o grupo musical, como também famílias. Björn se casou com Agnetha, e Benny, com Frida. Durante mais de dez anos, eles rodariam o mundo cantando juntos, conseguindo manter certa discrição em relação às suas vidas pessoais. Não se tem notícias de brigas, tanto entre os casais, como entre os integrantes 
(apesar de um vídeo no YouTube mostrar Frida dando uma cotovelada em Agnetha). No entanto, nenhum dos dois casamentos deu certo: Björn e Agnetha se separaram em 1979, enquanto Benny e Frida ficaram juntos até 1981. O grupo tentou, ainda, continuar junto depois dos divórcios, mas em 1982, anunciaram o fim do ABBA. 

Depois disso, Björn e Benny chegaram a escrever juntos alguns musicais, entre eles o sucesso 'Mamma Mia!', enquanto Agnetha e Frida tentaram reviver suas carreiras solo. No entanto, nenhum dos quatro chegou perto do sucesso alcançado pelo ABBA que, em 2009, será imortalizado com a abertura de um museu: o ABBA Museum.

BJÖRN ULVAEUS
Tem hoje 63 anos. Depois de se separar de Agnetha, casou-se novamente com Lena, que sofre de leucemia. A saúde do músico também não é das melhores, pois tem sofrido com a perda de memória. Dizem que já esqueceu de vários fatos de sua carreira no ABBA, inclusive prêmios que o grupo ganhou. Comanda uma pequena empresa aérea e não tem a menor intenção de voltar aos palcos.

ANNI-FRID LYNGSTAD (FRIDA)
Única a estar aberta a uma reunião do ABBA. Tem 62 anos, mora nos alpes suíços e é uma exímia esquiadora. É viúva de seu segundo marido, que morreu de câncer. Gravou pela última vez em 2004 em um CD do ex-tecladista do Deep Purple, Jon Lord. Dedica-se a causas sociais.

BENNY ANDERSSON
É o único que ainda trabalha com música. Sua banda, Benny Anderssons Orkester, gravou quatro álbuns, o último deles em 2007, ao vivo. No repertório, canções originais, folk sueco, sucessos americanos e, eventualmente, músicas do ABBA. Produziu a música de 'Mamma Mia', inclusive tocando piano nas versões gravadas para o filme. Está com 61 anos.

AGNETHA FÄLTSKOG
A mais nova e reclusa do ABBA, Agnetha está com 58 anos e raramente aparece em público. Desde que gravou o álbum 'My Colouring Book', em 2004, ela parou de dar entrevistas. Sua aparição de mãos dadas com Frida, durante a premiére de 'Mamma Mia', em Berlim, causou frisson. As duas chegaram a dançar ao lado de Meryl Streep no tapete vermelho.

domingo, 30 de março de 2008

Jonas Brothers foi eleita melhor banda do ano no 'Kids Choice Awards'.

Vídeo: Jonas Brothers - SOS Music Video - Official (HQ)


Novos 'Hanson' são destaque de premiação adolescente

Os três irmãos do Jonas Brothers foram o grande destaque da premiação Kids Choice Awards, promovido pelo canal Nickelodeon na noite deste sábado (29). O trio levou para casa o troféu de melhor banda de 2008, em votação feita pelo público da emissora, cuja programação é voltada para o público adolescente.

Se você não é um jovenzinho e nem convive com um “teen”, não deve ter idéia de quem são os Jonas Brothers. Mas, com certeza, você pelo menos já deve ter ouvido falar no Hanson. Pois as comparações dos “jonas” com a banda formada pelos três loirinhos são inevitáveis.

Assim como os Hanson, os irmãos Kevin, 20, Joe, 18, e Nick, 15, escrevem suas próprias canções e tocam instrumentos de verdade, o que lhes confere um pouco mais de credibilidade do que tantas outras boy bands atuais. Na premiação, os irmãos venceram as bandas aclamadas pelos adolescentes como Boys Like Girls, Fall Out Boy e Linkin Park.

O júri adolescente escolheu a canção “Girlfriend”, da cantora Avril Lavigne como a melhor música do ano. A loirinha conseguiu a façanha de vencer o hit mais grudento do pop atual, “Beautiful Girls”, do rapper teen Sean Kingston, a balada “Big Girls Don't Cry”, da cantora Fergie, e “Don't Matter” , do rapper Akon.

Miley Cyrus e Chris Brown foram eleitos melhor cantora e cantor de 2008.

Além das categorias musicais, o Kids Choice Awards também premia outros personalidades com produções voltadas para a audiência jovem. Confira a lista dos principais premiados:

Melhor banda: Jonas Brothers




Melhor cantor: Chris Brown



Melhor cantora: Miley Cyrus




Melhor música: “Girlfriend”, de Avril Lavigne




Melhor filme: “Alvin and the chipmunks”


Melhor animação: Ratatouille




Melhor atriz de cinema: Jessica Alba


Melhor ator de cinema: Jhonny Depp




Melhor cartoon: “Avatar: the last airbender”


Melhor programa de TV: “Drake and Josh”




Melhor reality show: “American Idol”


Melhor atriz de TV: Miley Cyrus




Melhor ator de TV: Drake Bell

sexta-feira, 21 de março de 2008

O som da Banda Miptrock, do Rafinha do BBB8

Vídeo: Olhos Fechados - Miptrock/Mipt


Letra da Música Olhos Fechados.

O que você me faz,
O que sempre te fez sentir o fim.

Não posso me esconder e nem me enganar pra sempre
Eu quero sim, descobrir.

Refrão:
Vem me mostra porque se foi?
Vem e aposta no nosso amor.

Sozinho aqui estou pensando em você
Me sinto bem
Não posso me esconder nem me entregar pra sempre
Eu quero sim, descobrir.

Refrão.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Banda Nazareth faz 40 anos com turnê pelo Brasil

Vídeo: Nazareth - Love Hurts


Banda Nazareth vem a Vitória em maio

A lendária banda escocesa Nazareth vai se apresentar em Vitória no dia 16 de maio, de acordo com o site oficial do grupo (http://www.nazarethdirect.co.uk/). O show, que ainda não tem local confirmado, faz parte da turnê comemorativa aos 40 anos da banda, que também tem datas agendadas para Salvador (dia 17/05), Recife (dia 18/05), Fortaleza (dia 21/05), São Paulo (dia 28/05), Curitiba (dia 31/05) e Florianópolis (dia 01/06). O Nazareth é uma das mais tradicionais bandas do rock setentista. A banda surgiu em 1968, formada pelo vocalista Dan McCafferty, o guitarrista Manny Charlton, o baixista Pete Agnew e o baterista Darrel Sweet. Seu grande sucesso se deu em 1975, com o lançamento do álbum "Hair of the Dog", cuja edição em CD traz a balada "Love Hurts", que se tornou hit em todo o planeta.
Fonte: Jornal A Gazeta